Nova proposta de projecto lei da Juventude Popular
A penalização da não-gravidez será alvo de uma nova apreciação da Juventude Popular. Os Centristas pretendem "acabar com a vergonha que é a mulher perder a hipótese de gerar vida, cada vez que tem a menstruação", o seu presidente João Almeida afirma ainda ao famelz que "os tecidos menstruais são um feto em potência e como tal têm uma alma e direito à vida, a mulher menstruada está a cometer um crime!".
Esta proposta vem reabrir a polémica em torno da questão: em que ponto nasce a vida humana. Confrontado por cientistas que afirmam que o óvulo só pode gerar vida depois de fecundado, o presidente da JP refuta esses argumentos com o exemplo da Virgem Maria que concebeu sem pecado. diz ainda "qualquer dia ainda se põem a dizer que o homem descende do macaco e não de Adão e Eva..."
Francisco Louçã do Bloco de Esquerda já respondeu a esta proposta dizendo que "quem nunca usou pensos higiénicos não pode falar da menstruação". Francisco Louçã remete-nos para outra questão relacionada: "e em relação ao consumo de pensos higiénicos leves, o que pensa a JP, já para nem falar dos pensos mais duros como aqueles com abas que a minha companheira usa..."


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